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terça-feira, 19 de maio de 2015

Amália Rodrigues, Fernanda de Castro e Alain Oulman preparam gravação de um disco

"Diário de Noticias" de 19 de Novembro de 1971


Obrigado ao Ramiro Guiñazú 
que gentilmente nos enviou este recorte.

segunda-feira, 23 de março de 2015

"Esta é a casa mais célebre de Lisboa"


(...) Antes de começar a debitar datas, nomes e a contar episódios que interligam os séculos, Guilherme d’Oliveira Martins resume numa frase o espaço que temos diante dos olhos e cujos quatro andares nos obrigam a olhar alto para ver o seu topo: “Esta é a casa mais célebre de Lisboa.”Está dado o mote, vamos às personagens. Ramalho Ortigão, José Gomes Ferreira, Ofélia Marques, Fernanda Costa, Bernardo Marques, António Ferro e Oliveira Martins foram alguns dos habitantes mais famosos da casa de fachada cor-de-rosa, mas que já se viu pintada de todas as cores, politicamente falando. A esquerda e a direita já a baptizaram noutros tempos de “Soviete dos Caetanos”, nome dado tendo em conta a denominação da rua que, até aos anos 60, se chamava “Calçada dos Caetanos” e pelos antagonismos políticos de quem lá coabitou. O escritor António Ferro, que se tinha mudado com a mulher, a escritora Fernanda de Castro, era secretário da Propaganda Nacional, e José Gomes Ferreira era membro do Partido Comunista. No prédio viva ainda o casal das artes plásticas, Bernardo Marques e Ofélia Marques. “Isso não impediu que, quando Ferro se mudasse com a esposa, a escritora Fernanda de Castro, não houvesse uma convivência saudável entre as casas e o espírito era até de grande entreajuda”, explica Oliveira Martins.

Jornal i

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Uma bela edição


Publicidade à tradução de Cartas a um poeta de Rainer Maria Rilke
Mundo Literário, Semanário de Crítica e informação, nº.14, 10 de Agosto de 1946

sábado, 3 de janeiro de 2015

Entrevista de Fernanda de Castro a Ana de Castro Osório

Diário de Lisboa, 21 de Abril de 1921

"Mas decididamente eu não tenho jeito nenhum para entrevistar ninguém. Acho sempre desagradável arrancar opiniões ou forçar comentários. (...)"

sábado, 29 de março de 2014

quarta-feira, 30 de março de 2011

Ilustração Portuguesa, nº 721, Dezembro de 1919


Ilustração Portuguesa, nº 721, Dezembro, 15, 1919 - 13 - 2ª página do Século Cómico, Nº 1145

"Em geral, as nossas poetisas masculinisam-se, perdendo o misterioso encanto da sua feminilidade. Poucas se salvam e sabem manter nos versos que fazem a fragilidade do seu sexo, convindo citar os nomes de Maria da Cunha, de Branca de Gonta Colaço e de Virginia Vitorino, como d'aquelas que mais notavelmente se conservam mulheres através da sua nobilissima arte. A seu lado e como companheira mais nova se encontra agora a autora d'este livro."

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Modas e Bordados, No. 1617, Fevereiro 1943 - 3

Sobre a peça Pedra no Lago de Fernanda de Castro, em cena no teatro da Trindade. Os lucros reverteram a favor da Associação Nacional de Parques Infantis, fundada e dirigida pela poetisa.

O Aterro


Fernanda de Castro, Contemporânea nº10 (1920), via Hemeroteca Digital